Introdução
Este relatório tem como objetivo
além da avaliação final da matéria Cidade Constitucional e a Capital da
República VII, mas também uma contribuição informativa e cultural a cerca do
conhecimento formal e informal, obtido na Capital do Brasil, suas
características próprias, suas peculiaridades, suas belezas, etc.
Este ano além dos alunos de Gestão
de Políticas Públicas, pudemos contar com todos os cursos da Escola de Artes
Ciências e Humanidades, como Gestão Ambiental, Lazer e Turismo, Gerontologia,
Obstetrícia, Têxtil e Moda, Educação Física e Saúde, e em menor número também
com Marketing, Sistemas de Informação, e Licenciatura em Ciências da Natureza.
Além dos alunos, a viagem contou com a presença dos professores Marcelo Nerling
e Douglas Andrade, que dirigiram a viagem, e ministraram a matéria e todas as
atividades realizadas.
Este ano também pudemos contar com a parceria muito enriquecedora dos
estudantes de Bacharelado em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC,
como um piloto das próximas viagens que em breve se dará com outros estudantes
de outras universidades do Brasil todo.
Além do conhecimento pedagógico e acadêmico que as atividades diárias nos
proporcionaram pudemos fazer parte de um processo informal de conhecimento
mútuo dos colegas de outros cursos que não se deu no ambiente acadêmico da
universidade, e pudemos conhecer melhor outras pessoas e também os professores
que conosco viajaram.
De forma muito afetuosa fica nos
nossos corações o encantamento pela cidade, a vontade de um dia trilhar nossa
carreira em prol de uma melhoria do país, e a certeza da importância não só dos
profissionais de Políticas Públicas, mas também de todos os colegas de curso da
EACH, em âmbito nacional.
Atividades
Saída da
EACH por volta das 21:00 do dia 31/08/2013.
Primeiro dia - 01/09/2013 – Domingo
Após aproximadamente quinze horas de
viagem chegamos em Brasília por volta das 13:00, um tanto quanto atrasados, o
que ocasionou o atraso também de algumas atividades, como a visita à Sede do
Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Sedentos, na expectativa do que
as atividades nos da semana nos aguardavam, desembarcamos na praça dos três
poderes e a primeira reação de muitos foi registrar tudo em fotos este lugar
tão lindo.
Nossa primeira atividade foi uma visita monitorada pelo Palácio do
Planalto, sede do poder executivo brasileiro, de onde a então Presidenta da
República Dilma Rousseff despacha. A visita teve um caráter mais cultural/patrimonial,
onde pudemos conhecer as obras de arte e móveis assinados por grandes designers
e como o arquiteto Oscar Niemeyer, que decoram o palácio e os gabinetes e salas
de reunião, etc. Visitamos também o Salão Oeste, o Salão Leste, a Sala Suprema
(antigo Salão Oval) e até mesmo o gabinete da Presidenta da República.
Ao encerrarmos a
visita seguimos para o nosso alojamento desse semana, a ESAF. A Escola de
Administração Fazendária nos abrigou e nos alimentou durante nossas atividades,
suas acomodações são de excelente estrutura, muito confortáveis, de ótima
qualidade e privacidade.
Após o jantar oferecido
aproximadamente 18:00 horas, seguimos para o auditório da ESAF, onde foi
realizada a Reunião Geral – Definição de estratégias, limites e possibilidades
do Projeto. Nessa reunião pudemos conversar a cerca das atividades diárias, da
dinâmica da viagem, etc. Pudemos tirar algumas dúvidas sobre os lugares que
visitaríamos, os trajes necessários, as acomodações, refeições, entre outras.
Nessa reunião também tivemos a oportunidade
de conhecer nossos colegas da UFABC, que nos foram apresentados. Em seguida
fomos direto para os quartos desfazer as malas, e nos acomodar.
Segundo dia - 02/09/2013 - Segunda-feira
Atividade 1 – III Seminário USP-ESAF – Os
40 anos da Escola de Administração Fazendária
Após o café-da-manhã servido na
ESAF, seguimos para o auditório da ESAF, onde foi feita a abertura oficial da
matéria Cidade Constitucional e a Capital da República VII seguida da primeira
atividade do dia, III Seminário USP-ESAF – Os 40 anos da Escola de
Administração Fazendária.
A mesa foi composta por:
·
Alexandre Ribeiro Motta – Diretor Geral da ESAF
·
Paulo Mauger – Diretor de Cooperação Técnica da
ESAF
·
Professor Marcelo Nerling
·
Professor Douglas de Andrade
Motta falou sobre as atividades da ESAF, e iniciou uma palestra muito
animadora e reflexiva, falando sobre da importância do diálogo entre a ESAF, a
Universidade, entre a Academia e o Governo, e nos questionando sobre três
questões fundamentais, segundo ele: 1- O que nos motiva? 2- Porque gostaríamos
de ser administradores públicos? 3- A que nós servimos? Segundo ele, um
servidor público tem a função de servir sempre, sem escolhas. O que nos resta é
decidir a quem servir.
O palestrante seguiu nos falando sobre a importância da vocação no
serviço público, e do quanto isso influencia a responsabilidade na aplicação do
dinheiro público, na inércia e arrogância dos funcionários, na dificuldade de
transformação da Adm. Pública, na dificuldade de inovação. A falta de
competência é extremamente moldável, reversível, já a falta de vocação, não. Para
mudar o cenário, um espaço de diálogo real e coletivo seria necessário,
investimento em formação, e atenção a coisa pública (rés pública).
Atividade 2 – VII Seminário USP- ENAP – A
comunicação e pesquisa na Escola
Nacional de Administração Pública
Após o almoço seguimos para a ENAP,
onde contamos com uma palestra sobre as atividades da escola, e também uma
visita pelo campi, antiga sede da Polícia Federal, visitando antigos porões
onde torturas da época da Ditadura aconteceram.
Palestrante:
·
Pedro Cavalcante – Diretor de Comunicação e
Pesquisa
Cavalcante comentou sobre a importância da vinculação da escola com o
Ministério do Planejamento para aumentar a capacidade do governo na gestão de
políticas públicas. Falou sobre algumas atividades da escola, como
desenvolvimento de pesquisas, formação de servidores, especialização,
desenvolvimento técnico-gerencial, realização de Planejamento Estratégico,
seminários temáticos, desenvolvimento de carreiras (carreiras do ciclo de
gestão que atuam nas fases da política pública, como APO, EPPGG, AFC, entre
outras).
A escola também realiza projeto de pesquisa, contrata pesquisadores,
docentes, também desenvolve cursos EAD, tudo sempre com foco na formação
pessoal e inovação na gestão.
Atividade 3 – II Seminário USP-IPEA
Ao retornar à ESAF, pudemos jantar e seguir para o auditório onde
continuaram as atividades do segundo dia.
Palestrante:
·
Lenita Turk
A palestrante falou sobre algumas atividades do IPEA, ele é um Instituto
ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos, e ela o definiu como sendo o
Instituto que pensa o Brasil. O IPEA produz, articula e dissemina conhecimento
para as Políticas Públicas.
Além disso, ele também realiza pesquisas, diagnósticos, análises, audição
de políticas públicas e também dissemina conhecimento através de publicações
regulares, boletins periódicos, revistas, etc.
Importante lembrar que o IPEA não produz dados, apenas trabalha com dados
existentes, ou seja, produz indicadores.

Atividade 4 – III Seminário USP_ESAF – O
Programa Nacional de Educação Fiscal e preparo da cidadania
Ao retornar à ESAF onde jantamos e
assistimos a uma palestra sobre educação fiscal seguida de dinâmica relacionada
ao tema.
Palestrante:
Coordenadora Nacional do Programa.
O programa existe à 16 anos no Brasil, e funciona na Secretaria da
Fazenda, conjuntamente com a Secretaria da Educação. A palestrante iniciou o
diálogo sobre educação fiscal falando que os tributos não deixarão de existir,
o que precisa aumentar é o controle social, a transparência e o acesso à
informação.
O que as pessoas precisam entender é que todas elas pagam impostos, desde
a pessoa mais rica, até a mais pobre. A educação fiscal começa com a
consciência do voto, até o incentivo à mobilização social, aceitando que a
democracia é existe e que sua opinião não vai ser a mesma que a da maioria. A
educação fiscal é um processo que visa a construção de uma consciência voltada
ao exercício da cidadania. A palestra foi muito esclarecedora em relação a como
nós GPP podemos, ou devemos incentivar esse tipo de ação.
Após a palestra tivemos o jantar e tempo livre.
Terceiro dia - 03/09/2013 – Terça-feira
Após o café da manhã seguimos para a
CGU para assistir as palestras relacionadas aos órgãos abaixo, que acabaram
excedendo-se de tal forma que perdemos metade da programação da tarde. Tivemos
que ir direto para a atividade 4, pulando as visitas à Catedral Metropolitana
de Brasília, e ao Museu Nacional, o que nos deixou chateados, pois gostaríamos de ter aproveitado também a
programação cultural. Por causa do atraso tivemos que ir direto da atividade 4
para a atividade 5 na UNB sem jantar, o que prejudicou bastante o rendimento do
grupo, e algumas pessoas acabaram até mesmo passando mal.
Atividade 1 – Controladoria Geral
da União - Unidades finalísticas: Ouvidoria Geral da União; Secretaria Federal
de Controle Interno; Corregedoria Geral da União; Secretaria de Prevenção da
Corrupção e Informações Estratégicas
Palestrantes:
·
Carlos Alencar – Secretário Executivo da CGU
·
Érica – Analista de Controle de Finanças
·
Ronald – Secretaria federal de controle interno
·
Rafael Amorim – Chefe de Gabinete
·
Gilberto Neves – Substituto da corregedoria
geral
As palestras foram relacionadas ao funcionamento especifico de cada órgão
citado acima, e suas atividades. A CGU é o grande órgão de controle interno do
executivo federal para prevenção e combate da corrupção.
O governo não é monolítico, possui vários órgãos com culturas diferentes,
alguns com paradigmas patrimonialistas, outros muito burocráticos, mas estamos
caminhando para um paradigma mais gerencial, do qual a principal característica
é a transparência, de acordo com a lei de acesso a informação. Nem a Inglaterra
ou a Áustria possuem tanta transparência relacionada à salários como no Brasil.
A CGU tem um papel importante na mudança dessas culturas e efetividade da lei e
da política pública.
Um problema relacionado a este setor, é que menos de 3 mil funcionários
fiscalizam o Brasil inteiro, tanto o executivo, quanto as transferências
realizadas para Estados e Municípios. Existe uma demanda por pessoas
qualificadas para desenvolvimento de projetos com parceria com o setor público.
A impunidade e a falta de cobrança social sobre o poder público acabam
fortalecendo as práticas ilegais.
A função da ouvidoria é conjugar expectativas e direitos. Na prática
acaba sendo dar atenção, ouvir, levar a manifestação ao órgão responsável,
fornecimento de informação, respostas ao cidadão, mediação de conflitos, e
promover estabilidade.
A ouvidoria é uma forma de participação popular, e produz estatística de
nível de satisfação dos usuários, e conta com mais de 200 ouvidores públicos.
Qual o desafio de um órgão de controle interno como a secretaria? Avaliação de Programas, Avaliação da Gestão,
Orientação e Capacitação, e Ações investigativas. A secretaria conta com uma
lista de mais de 100 programas avaliados, mais de 1000 ações de controle, 2.084
municípios no programa sorteio para auditoria, 600 auditorias anuais de contas,
mais de 40 mil servidores treinados, mais de 100 operações como João de Barro,
Sangue-Suga, Carranca, Telhado de Vidro, etc., mais de 130 operações especiais.
Entre outras atividades.
As palestras apesar de longas e cansativas foram muito importantes para
que tivéssemos noção de como funciona este tão importante órgão de fiscalização
do Executivo, no combate à corrupção no país. A CGU é um lugar onde muitos
colegas de GPP gostariam de trabalhar, e pudemos ter uma noção da prática do
dia a dia neste órgão.
Até aqui todas as atividades estavam relacionadas ao Executivo, a partir
de agora as atividades seriam relacionadas ao legislativo. Após o almoço fomos
até o ILB - Interlegis assistir às palestras.
Palestrantes:
·
Luis Alberto Nevi – Diretor Geral Adjunto do
Senado
·
Helena Vieira – Coordenadora da Biblioteca do
Senado
·
Luiz Perezino – Consultor Geral de Orçamento
·
Orlando Neto – Consulta de Orçamento
·
Carlos – Interlegis
No Auditório do Senado, a primeira palestra tratou sobre governança no
contexto do Senado. O tema Governança é razoavelmente novo, o que leva a
confusões a respeito do seu significado. Achei que o palestrante não dominava
completamente o assunto causando conflitos a cerca do conceito.
O palestrante definiu Governança como “Sistema para minimizar riscos de o
órgão público não atender os interesses da Sociedade”. Em seguida o palestrando
descreveu a atuação política do Senado, sua atuação administrativa, e também o
IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Coorporativa.
A segunda palestra tratou da importância do arquivamento. Informação é o
dado contextualizado, informação com a análise própria vira conhecimento, e
sabedoria é o uso do conhecimento para obter vantagem. Foi-nos apresentada a
Rede Rubi de Bibliotecas que une todos os exemplares existentes em todas as
bibliotecas de todos os estados, tudo à disposição do poder público.
O Interlegis é parte do ILB – Instituto Legislativo Brasileiro que tem
objetivo de capacitação do legislativo, oferece cursos EAD, presenciais para
parlamentares, servidores, e até população, cursos de pós graduação
lacto-sensu, fortalecendo e melhorando o desempenho.
Pra mim, o mais interessante de todos estas palestras foi o conhecimento sobre o Siga Brasil, um sistema público hospedado no site do senado que possibilita acesso à informações de todos os programas do Brasil, disponibilizando informações essenciais ao setor público e também à população.
Atividade 3 – III Seminário USP – UNB –
Universidade de Brasília: O direito achado na rua
Atrasamos ainda mais na atividade 2,
portanto saímos direto para a atividade 3 na Universidade de Brasília sem
jantar, o que prejudicou bastante a atividade, pois alguns alunos passaram mal.
Palestrante: José
Geral de Souza Jr.
Apesar do cansaço e da fome, a
palestra foi uma das mais interessantes e enriquecedoras até o momento. O
professor José é um dos melhores professores de direito do Brasil, e faz parte
dos intelectuais que compõe o movimento “Nova Escola Jurídica Brasileira” que
evoca sempre o pensamento sobre o “Direito achado na rua”.
Este termo refere-se ao direito e as
transformações sociais buscados pelas manifestações sociais, além do legalismo,
no espaço público, através do empoderamento da população.
Quarto dia – 04/09/2013 – Quarta-feira
No quarto dia da programação
veríamos o nascer do sol na alvorada, porém como o dia estaria muito nublado,
optamos por prorrogar para sexta-feira.
Atividade 1 – Câmara dos Deputados –
Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa
Palestrante:
A quarta-feira era um dos dias mais
esperados pelo fato da programação ser mais interativa, seria o dia em que cada
um procuraria pela reunião ordinária que mais lhe fosse interessante dentro da
Câmara, com mais liberdade de escolha. Porém ao chegar em frente à Câmara nos
deparamos com uma manifestação da CUT, e também do movimento dos terceirizados
que desejavam participar dar reuniões, assim como nós.
Com a desculpa de zelar pela nossa
segurança e integridade física, fomos retirados dali e levados até o CEFOR,
onde recebemos um palestrante para nos falar a respeito da importância da
participação social.
Foi de fato muito complicado, pois
tivemos que fugir da nossa programação, nos barraram de entrar, atrasamos o
cronograma, pois ficamos muito tempo esperando, e o mais complicado, sem sombra
de dúvidas, foi que ali dentro éramos convencidos da importância da
participação popular, enquanto lá fora os movimentos sociais tentavam tornar
prática tal participação sem sucesso. Foi um tanto quanto revoltante, e também
esclarecedor. Pudemos ter noção de como realmente a participação popular é
tratada, ou seja, com descaso.
Atividade 2 - III Seminário USP - Eventos
Legislativos do Senado – Comissão de Direitos Humanos e Legislação
Participativa24 - Presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
do Senado Federal
Devido atraso da primeira atividade, não conseguimos visitar o Panteão da
Pátria, tampouco participar do Seminário sobre reforma política na Câmara dos
Deputados, que eram as próximas atividades. Sendo assim, fomos direto para o
Evento com o Legislativo.
Palestrante: Ana
Rita- Senadora e Presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação
Participativa do Senado Federal.
A presidenta de comissão é quem
coordena o dirige as reuniões, os trabalhos, designa relatores, convoca
reuniões, resolve questões de ordem, desempata votações, etc.
A cerca da conversa com a senadora, pode-se dizer que foi muito
superficial, pois tratou de assuntos facilmente encontrados numa simples busca
em instrumentos da internet, pois relatou como se dão as discussões no
legislativo, como se formam as comissões, como se escolhem os presidentes, como
se votam, etc. Quando na verdade estávamos esperando discussões mais a fundo a
cerca de direitos humanos, e também de legislação participativa, afinal é a
única comissão que recebe sugestões da população para projetos de lei.
Ao responder questões direcionadas a
ela pelos estudantes, a senadora se viu um tanto quanto confusa com suas
respostas, muitas vezes ou não entendendo a pergunta, ou desviando a resposta e
não respondendo ao que foi perguntado.
Atividade 3 – Visita Guiada no Congresso
Nacional
Como estávamos com a programação atrasada a visita foi muito breve, mas
mesmo assim pudemos encontrar com alguns políticos como Tiririca, e o Popó.
Quinto dia – 05/09/2013 – Quinta-feira
Atividade 1 – Caixa Econômica Federal
A visita à Caixa Econômica Federal não foi guiada, foi muito rápida, mas pudemos admirar os lindos vitrais das instalações da Caixa.
Atividade 2- Banco Central
A visita ao Banco Central foi
realmente interessante, não tanto pelas palestras, também um tanto quanto
superficiais, pois esperávamos conversar sobre algo mais profundo, e foi nos
oferecido apenas uma discussão sobre a importância da educação financeira, o
que já tínhamos discutido previamente na ESAF, mas pelas visitas ao museu e a
galeria de arte, que foram incríveis.
Palestrantes:
·
João Evangelista
·
Elvira
Evangelista iniciou sua palestra dizendo que políticas econômicas proporcionam
crescimento do PIB, do crédito, mudança de configuração social, etc. e tem como
finalidade 3 questões estratégicas: educação financeira e previdenciária,
fortalecimento da cidadania, e consciência do cliente sobre a decisão.
Segundo ele, a educação financeira é importante para informar cidadão com
formação e orientação, a fim de que possam compreender riscos e oportunidades,
escolhas conscientes, gerenciamento familiar, etc.
A visita ao Museu do Banco Central foi riquíssima, pois eles possuem
exemplares de todas as notas e moedas já lançadas no Brasil, possuem também
moedas que nunca circularam para venda, e também moedas antigas e de outros
países para aquisição.
A galeria estava com uma exposição maravilhosa, com obras incríveis,
principalmente de Di Cavalcanti.
Atividade 3 - Secretaria Nacional
de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República: Diálogo
do governo com a sociedade
Palestrantes:
- Marcelo Mendonça
- Vera Lúcia Barrito
- Fernando Mattos
- Daniel Velino
A Secretaria Nacional de
Articulação Social tem como objetivo articular as necessidades da sociedade
civil e os órgãos do governo federal, mantendo o alinhamento dos interesses.
Para que isso aconteça é necessária a criação e manutenção de mecanismos de
diálogo com a população e com os movimentos sociais para que possa existir um
acompanhamento das atividades do governo pela população.
Atividade 4 – Ministério da Justiça
Palestrantes:
·
Paulo Abraão – Secretario Nacional da Justiça
(Comissão de Anistia)
·
Fernanda dos Anjos – Diretora do Departamento de
Justiça
Abraão palestrou a cerca do departamento de recuperação de ativos e
cooperação jurídica internacional, que é o departamento responsável por crimes
geralmente ligados a corrupção, a lavagem de dinheiro, crime organizado, e
também a cooperação internacional.
O palestrante citou o fato de que até hoje, no Brasil, nenhum político
foi preso pelos crimes cometidos contra o governo, o que de fato nos desanima
em relação a punidade no Brasil.
Por outro lado, Fernanda nos trouxe um outro lado do Judiciário, o qual
eu nem imaginava que existia, que é de classificação indicativa de programação e
inclusive de jogos eletrônicos. Os conteúdos dos programas são analisados e
classificados de acordo com a faixa etária, pois é um direito da família obter
essa informação em favor das crianças e adolescentes.

Sexto dia – 06/09/2013 – Sexta-feira
Atividade 1 – Ministério dos Esportes
A
atividade foi obviamente melhor aproveitada pelos colegas de Educação Física e
Saúde, pois o palestrante trouxe-nos a apresentação do Programa Segundo Tempo,
que tem por objetivo incentivar a prática do esporte educacional às crianças,
adolescentes e jovens dentro das escolas da rede estadual, promovendo assim o
desenvolvimento integral do ser humano.
Atividade 2 – Ministério das Cidades
O ministério das cidades foi criado
pela dificuldade, e dado isso, a falta da existência de um plano de desenvolvimento
geral que unificasse todas as cidades do Brasil, que abrangesse todos os estados, mas ainda assim fosse
de acordo com as necessidades atuais de cada região do Brasil e ainda assim em
favor de objetivos comuns como desenvolvimento econômico, sustentável e social.
Entre os programas apresentados, de
habitação, de planejamento urbano, etc., o programa que mais me chamou a
atenção foi o de mobilidade urbana, pois é um problema que abrange a maioria
dos municípios urbanos do Brasil, e que está muito presente na cidade de São
Paulo.
Atividade 3 – Catedral
Com um pequeno tempo livre que nos
restou visitamos a Catedral, que não conseguimos visitar anteriormente.
Atividade 1 – Desfile Cívico
O desfile que teve início com a
chegada da Presidenta da República e a execução do Hino Nacional, foi sem
dúvidas o ponto mais emocionante de toda a viagem, pois pudemos presenciar
todas a forças armadas e civis do Brasil desfilando pela pátria e em honra a
bandeira.
Desta forma se deu por encerrada a
disciplina Cidade Constitucional e a Capital da República.